sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O Plano Inclinado – Considerações sobre uso


O Plano Inclinado é um produto assistivo bastante conhecido por profissionais, pais e professores. É um recurso elaborado para facilitar o desempenho da criança nas atividades escolares, mas com prescrições também para uso em casa. Normalmente é um produto prescrito às crianças com atraso neuromotor, por Terapeutas Ocupacionais, ou outro profissional capacitado à prescrição de produtos de Tecnologia Assistiva.
O objetivo do produto é tornar a criança mais funcional dentro de suas habilidades escolares. Ressalto que TODO produto assistivo DEVE ter esse objetivo – A FUNCIONALIDADE.
Por esses motivos e outros, a inclinação deve ser calculada, adequando o padrão de movimento, alinhamento postural e funcionalidade da criança. É interessante que essa inclinação seja regulável para que o plano seja utilizado por mais tempo.
Hoje existem vários modelos de plano inclinado no mercado, até os confeccionados de material de baixo custo, porém não significa que ele seja adequado para aquela especificidade da criança, podendo prejudicar o seu desempenho em vez de facilitar. Oriento tirar dúvidas com um Terapeuta Ocupacional que é o profissional responsável por prescrever, adequar, treinar, acompanhar e orientar o uso do plano inclinado e qualquer outra solução assistiva.

A ideia de utilizar o plano inclinado, para esse caso específico, foi por conta do excesso de sialorreia da criança, dificultando o uso do caderno. Com esse recurso a sialorreia diminuí, por conta da posição da cabeça, além de melhorar sua atenção durante a execução da atividade.

Taciana Almeida

Participação do SECITEC 2017

A Semana da Ciência e Tecnologia – SECITEC é o evento anual científico oficial do Campus Luzerna do Instituto Federal Catarinense, realizada a partir de 2012 como plataforma para divulgação da produção científica de seus alunos e professores.
Sob mediação da Professora Giordana Caramori, a Secitec abrigou um fórum, no último dia 29 de setembro de 2017, que teve como objetivo debater os:

“Desafios para a inclusão, suas ferramentas e a necessidade de inovação”.

Estiveram presentes no fórum Taciana Almeida, terapeuta ocupacional da Fundação Catarinense de Educação Especial; Marcelo Bradacz Lopes, servidor do IFC Reitoria; a professora Márcia Schuler, arquiteta e docente do curso de Segurança do Trabalho do IFC Videira; os professores Marinês Kerber e André Sturion, integrantes do Centro de Treinamento de cães-guia do Campus Camboriú, a servidora pública Taíza de Almeida e integrantes da Associação Regional dos Atletas com Deficiência e da Associação Camponovense de Apoio aos deficientes auditivos e visuais (Acadav).

Foi um momento de conversas, na qual pode-se discutir as dificuldades de acesso em vários ambientes públicos e as possíveis mudanças que podem ser feitas. A Semana da Ciência e Tecnologia – SECITEC é o evento anual científico oficial do Campus Luzerna do Instituto Federal Catarinense, realizada a partir de 2012 como plataforma para divulgação da produção científica de seus alunos e professores.
A técnica da Fundação Catarinense de Educação Especial, Taciana Almeida desenvolveu o tema  acessibilidade no ambiente escolar.





Taciana Almeida






sexta-feira, 14 de julho de 2017

Apoio de pés


    A postura nos estudos deve ser correta e confortável, para que o cérebro não se concentre mais no cansaço do corpo, do que na atividade.
   Estudar sentado em uma cadeira regulável, com uma mesa compatível com sua altura e manter uma postura ereta são fatores que influenciam a qualidade do estudo.
    O cuidado com a postura evita o cansaço físico, a dor postural e a má circulação. Com menor desgaste do corpo, a concentração tende a melhorar. Quando o estudante está numa posição desconfortável, ele acaba se mexendo várias vezes e vai perdendo a concentração. 
   Com esse objetivo foi confeccionado apoio de pés para alguns dos usuários da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), acompanhados pela terapeuta ocupacional. Observando uma melhora nos atendimentos, além de uma boa postura, favorece a concentração, proporcionando o aprendizado.

     ANTES                                              DEPOIS
                                    







   
   Apoio de pés confeccionado em MDF
 e antiderrapante.
Taciana T. de Almeida Bartolazi
Terapeuta Ocupacional 
Crefito 10 111-64 TO

Confecção de cinto sensorial


Crianças com problemas no processamento sensorial podem apresentar uma série de comportamentos que interferem nas atividades cotidianas. Essas crianças podem ser aquelas que não param, buscando sempre estímulos (correr, rodar, etc) ou ter um comportamento evitativo a certos estímulos como abraços, brincar no balanço, dentre outros exemplos. (Caso você tenha alguma dúvida sobre esses comportamentos na sua criança, não deixe de procurar um profissional de Terapia Ocupacional que possa avaliar suas queixas).
Embora muito se fale em disfunção no processamento sensorial em crianças com Autismo, muitas outras condições podem resultar em tal disfunção. Por isso, sempre é importante procurar e conversar com um profissional da área habilitado.
Uma ideia é confeccionar um cinto sensorial, preenchido com arroz ou outro material como: areia, sagu, feijão, etc. Um cinto cujo peso e pressão constantes ajudem a criança a se concentrar durante atividades, principalmente escolares.
Pensando nisso, durante a observação de alguns atendimentos no AEE-TEA(Professora Lívia), a Terapeuta Ocupacional Taciana, viu que poderia ser feito o cinto, com objetivo de melhorar as estereotipias citadas acima. Feito o teste em algumas sessões, verificamos que o cinto sensorial possa ser mais um recurso na busca de um considerável rendimento escolar.
(adaptado de Kids Activities Blog)
Produção do cinto sensorial pela costureira do CETEP

Material: Lycra preenchido com arroz cru.



Usuário do CENAP- AEE (TEA) fazendo o uso do cinto sensorial durante o atendimento.
TO- Taciana

Oficina de Criação - Recursos Pedagógicos na cidade de Blumenau

   Nos dias 11/07 e 12/07 o Centro de Tecnologias Assistivas - CETEP da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), realizou na cidade de Blumenau a capacitação "Oficina de Criação - Recursos Pedagógicos".  
       A oficina teve como ministrantes as professoras Carla Perin e Mirian Beal, e como objetivo a ação de instigar nos profissionais da educação a necessidade de planejar, elaborar e executar recursos pedagógicos direcionados ao desenvolvimento das funções mentais.
      O público alvo do presente evento foram os profissionais da Educação do Estado de Santa Catarina que atuam no Atendimento Educacional Especializado (AEE), envolvidos no processo inclusivo da pessoa com deficiência.
    O Gerente de Educação da Regional de Blumenau Eliomar Russi, e a Integradora de Modalidades, Programas e Projetos Educacionais Altéia Ferrari realizaram a abertura da oficina.


Ministrantes Mirian Beal e Carla Perin




Festa Julina da FCEE

     No dia 12/07 foi realizado no Centro de Educação e Vivência - CEVI  a Festa Julina da Fundação Catarinense de Educação Especial, onde profissionais da instituição, usuários e familiares marcaram presença e prestigiaram o evento.
    O CETEP participou das atividades Boca do Palhaço e Barraca do Pinhão. Abaixo você confere alguns de nossos registros fotográficos:












sexta-feira, 7 de julho de 2017

Visita NTE de Ibirama







No último dia 4 de julho, dois multiplicadores do Núcleo de Tecnologia Educacional de Ibirama realizaram, durante o período da manhã e da tarde, uma visita técnica ao Centro de Tecnologia Assistiva (CETEP) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE). A visita teve como objetivo buscar subsídios de recursos pedagógicos que possam ser utilizados pelos professores dessa ADR no que diz respeito ao uso ativo das tecnologias voltado para as pessoas com deficiência.

Os multiplicadores passaram um dia conhecendo recursos e programas que proporcionam o uso das tecnologias da sala de tecnologia de modo ativo e dinâmico. Ao retornar para a Agência de Desenvolvimento Regional de Ibirama, os profissionais irão planejar cursos para os professores, a partir das indicações feitas pelos multiplicadores da FCEE/NTE.
Os NTEs, montados pelo Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) com equipamentos adquiridos pelo Ministério da Educação e subordinados às secretarias de educação, servem como braços da integração tecnológica nas escolas públicas. Os núcleos contam com equipe interdisciplinar de professores e técnicos qualificados para oferecer formação contínua aos professores e assessorar escolas da rede pública no uso pedagógico e na área técnica (hardware e software). Na FCEE, o NTE tem como função atender a demanda relacionada com educação especial.

Fonte: Fundação Catarinense de Educação Especial.

O Plano Inclinado – Considerações sobre uso

O Plano Inclinado é um produto assistivo bastante conhecido por profissionais, pais e professores. É um recurso elaborado para ...